Da pimenta
à autonomia.
Um estudo para sustentar a produção, remunerar a gestão e transformar o empreendimento da Casa Familiar Rural em um espaço permanente de aprendizagem.
Um negócio que ensina.
Uma operação que precisa se sustentar.
A pimenta é o primeiro laboratório do Programa de Empreendimentos Pedagógicos (PEP). Educação, produção, gestão e comercialização se encontram em uma experiência real, conectada à agricultura familiar e ao território.
Profissionalizar para dar continuidade
O desenho inicial prevê um responsável pela operação, preferencialmente um ex-aluno, com remuneração de R$ 1.600 por mês. Ele organiza a rotina produtiva e comercial, com dedicação a combinar conforme a necessidade do negócio.
A escola abre espaço para a participação supervisionada dos jovens. A continuidade da operação fica sob a responsabilidade do profissional, enquanto os estudantes aprendem em atividades planejadas com a equipe pedagógica.
O papel da Agesol
A Agesol — Agência de Comercialização da Mandū — conecta os custos à política comercial: preços por canal, incentivos de venda, comissões e condições para revendedores e distribuidores.
O objetivo é preservar a contribuição da CFR e oferecer condições atrativas a quem ajuda a vender, com um preço público de referência coerente entre os canais.
Custos fixos, ingredientes, embalagem e rendimento.
Preço, comissão e contribuição por canal.
Equilíbrio e metas de produção e vendas.
Contribuição total menos custos fixos.
Compras, embalagem, rendimento e mercado.
Referência: Mandū, Caderno de Apoio à Gestão Financeira, capítulo 3, páginas 22–32, e dossiê estratégico do PEP. O capítulo 3 foi consultado para esta análise. A sequência segue o EVE: custos fixos → matérias-primas e receitas → preços → rentabilidade → metas.
A base da operação é enxuta.
A gestão é o principal compromisso.
São R$ 626,67 de materiais e serviços, somados à remuneração do responsável. A provisão para conservar e repor os equipamentos também faz parte da sustentabilidade do empreendimento.
Materiais, serviços e responsável
71,9% do custo fixo total
28,1% do custo fixo total
Máquinas e equipamentos
Composição mensal
Fonte: Custos Fixos!B6:C8, C20:C22, C26, C42 e C48:C52.
O custo da continuidade
R$ 166,67 / mês
Depreciação: 10% ao ano sobre R$ 20 mil.
R$ 50,00 / mês
Manutenção: 3% ao ano sobre o patrimônio.
A depreciação é um custo econômico. Reservar o valor correspondente ajuda a financiar a reposição futura. A manutenção também precisa de provisão. Essas parcelas já estão incluídas no custo fixo e não devem ser descontadas novamente do resultado.
Pimenta, azeite e embalagem
concentram as oportunidades de ajuste.
O cadastro é o ponto de partida para as fichas técnicas. A pesquisa de fornecedores, o preço de compra e a padronização das unidades ajudam a melhorar a economia sem comprometer o produto.
Pimenta fresca
É o maior componente individual do custo da desidratada. Mesmo a produção própria precisa de um critério de custo, para que o estudo não trate o insumo como gratuito.
Azeite
Leitura assumida: R$ 24 por 250 ml. O cadastro escreve “Litro” para a quantidade 250. A interpretação em ml mantém a coerência das receitas e do abastecimento narrado. Confirmar antes de usar em compras.
Embalagem dos líquidos
Frasco plástico R$ 1,6632 + rótulo R$ 0,50 + lacre R$ 0,50. Juntos, representam cerca de 42% a 43% do custo produtivo por unidade.
Ver os 16 insumos e embalagens cadastrados
| Item | Compra cadastrada | Custo da compra | Preço unitário interpretado |
|---|
Fornecedores e data das cotações não estão preenchidos no cadastro. Os preços são referências do estudo, sem indicação de cotação vigente, frete ou pedido mínimo.
Três produtos iniciais.
Três economias para compreender.
As fichas atuais usam o frasco econômico de 150 ml nos líquidos e o tubete na desidratada. O custo por unidade resulta do custo da receita dividido pelo rendimento informado.
A barra inteira é o preço.
A parte verde sustenta o negócio.
A R$ 10, o preço paga o custo produtivo e a comissão de 5%. A margem de contribuição restante cobre os custos fixos. Só depois dessa cobertura existe resultado operacional.
R$ 10 como fornecimento à CFR
O preço-base pode ser testado no atacado, desde que a contribuição permaneça suficiente. Para revenda, a comissão de 5% não é aplicada automaticamente: deve-se definir se haverá desconto de fornecimento, comissão ou uma combinação contratada.
Custos adicionais de frete, taxas e tributos mudam essa conta. Imposto zero no arquivo é uma premissa a validar, não uma confirmação de isenção.
R$ 14 como preço público a testar
Se a CFR fornecer por R$ 10 e o parceiro vender por R$ 14, o parceiro terá R$ 4 de margem bruta, ou 28,57% do preço de revenda, antes de suas despesas.
O posicionamento pode combinar produção artesanal, vínculo com a CFR e apoio à educação do campo. Saúde e maior durabilidade são atributos sugeridos no briefing e precisam de comprovação técnica. A comparação com Maratá é uma referência relatada, sem pesquisa de preços atual anexada.
O molho lidera a margem.
As vendas ainda precisam revelar o mix.
Na aba de rentabilidade, a estimativa é de 480 unidades de cada produto por mês. São 1.440 unidades e R$ 14.400 de faturamento. Os três têm 33,33% de relevância porque a distribuição inicial é igual.
Rentabilidade × relevância na planilha
Rentabilidade no eixo horizontal; participação no faturamento no eixo vertical. Os pontos estão na mesma altura porque o mix foi estimado de forma igual. O gráfico não representa demanda observada.
Receita − custos produtivos − comissão de 5% − custo fixo integral. A rentabilidade operacional revisada é .
A pequena diferença vem do rateio: sete produtos ainda sem cadastro recebem parte dos custos fixos. O cálculo revisado desconta o total integral uma única vez.
| Produto | Resultado na origem | Rentabilidade na origem | Faturamento estimado | Relevância |
|---|
Fonte: Painel de Rentabilidade!B5:F7, C15:E15; Indicadores Financeiros!E17:G19, B29; Custos Variáveis!J6:M16.
Mirar R$ 13,4 mil por mês
exige uma rotina comercial consistente.
A aba Análise de Metas distribui R$ 13.440,74 igualmente entre os três produtos. A R$ 10 por unidade, isso corresponde a 1.344,07 unidades teóricas. Para operar com unidades inteiras, planejar 449 de cada produto: 1.347 unidades.
≈ R$ 13,5 mil citados no briefing
≈ 61,1 unidades por dia útil
Em reais, com o mix igual e comissão de 5%
Projeção após o custo fixo integral
| Produto | Unidades / mês | Unidades / semana | Unidades / dia útil | Receitas / mês |
|---|
Como a leitura das metas foi ajustada
O total de 3.136,17 em Análise de Metas!D43 está rotulado como “Kg por mês”, mas soma unidades multiplicadas por fatores de outra estrutura. Esse valor não é usado aqui. A soma correta das unidades de D32:D34 é 1.344,07, e não 1.333. Os produtos líquidos somam cerca de 134,41 litros de produto final e a desidratada cerca de 6,27 kg secos. Essas grandezas não foram somadas entre si.
O quadro com “Óleo Babaçu”, “Óleo Babaçu Orgânico” e “Azeite de Babaçu” nas linhas 26–28 conserva nomes do modelo anterior. A página trabalha com as três linhas de pimenta efetivamente cadastradas.
Fonte: Análise de Metas!D8, D12:D14, D32:F34. Semana = mês ÷ 4; dia útil = mês ÷ 22, seguindo as convenções do arquivo. Metas comerciais devem ser recalibradas com vendas reais e capacidade medida.
O marco zero aponta a escala
que o abastecimento precisa atender.
Para a meta de R$ 13.440,74, o consumo teórico é de 74,40 kg de pimenta fresca. Mirar 80 kg por mês oferece cerca de 7,5% de folga inicial, a ajustar com perdas, sazonalidade e continuidade da produção.
Mirar 80 kg / mês como referência operacional
Aproximadamente 9 kg / mês
Aproximadamente 3,5 kg / mês
Cotação em galões de 5 L a pesquisar
Compra produtiva mensal revisada
Inclui os ingredientes, frascos, tubetes, rótulos e lacres necessários à meta teórica. É o custo de consumo dos insumos, antes da comissão e dos custos fixos.
Na origem, F67 soma somente F47:F52 e mostra R$ 4.954,91. Há preços deslocados nas linhas posteriores e o tubete não aparece no quadro. Aqui o cálculo usa o nome de cada insumo, o preço cadastrado e as três receitas.
Comprar melhor, sem antecipar economia
Azeite em galões e embalagens em lotes podem reduzir o custo unitário. Comparar preço entregue, frete, validade, prazo e pedido mínimo antes de adotar uma economia no cenário.
12,22 L consumidos equivalem a três galões de 5 L se a compra for restrita a esse formato, com saldo teórico de 2,78 L. O preço dos galões ainda não foi cotado. Para a pimenta, o cultivo próprio e fornecedores complementares precisam garantir qualidade e regularidade.
Ver o abastecimento completo recalculado por insumo
| Insumo / embalagem | Consumo mensal teórico | Custo por unidade de medida | Custo mensal |
|---|---|---|---|
| Total revisado | |||
Os valores de consumo admitem frações para o planejamento econômico. Compras reais devem arredondar embalagens e respeitar os lotes dos fornecedores. O custo de consumo não corresponde, por si só, ao capital de giro completo: estoque de segurança, prazo de recebimento, prazo de pagamento e frete ainda precisam ser considerados.
Cálculo: quantidade vendida do produto ÷ rendimento da receita × quantidade do insumo por receita. Preço obtido no cadastro Matérias Primas por nome. Azeite interpretado em ml e convertido em litros.
Teste as decisões
antes de mudar a operação.
Quanto entra, quanto custa e quanto sobra? Teste preços, volumes e comissões para responder a essas perguntas. Os resultados são projeções mensais e atualizam juntos.
Os atalhos recalibrados são exemplos para teste. Mantêm o volume informado e não pressupõem que a demanda continuará igual quando o preço mudar.
Premissas do cenário
Edite uma premissa para testar a decisão. Os custos variam sem alterar as fichas técnicas. Os valores aparecem com duas casas decimais; os cálculos conservam a precisão original até a edição. O custo fixo inclui o gás provisório.
Da receita ao resultado
Quanto precisa vender?
Cálculo com o mix informado e os preços constantes. Capacidade e demanda precisam de validação.
Detalhamento dos produtos no cenário
| Produto | Receita | Contribuição / un. | MC sobre o preço | Relevância no cenário | Contribuição total |
|---|
Um preço público de referência.
Contribuições diferentes para cada caminho.
A Agesol pode usar este comparador para testar remuneração de vendedores e parceiros. Esta simulação é independente do quadro anterior e não incorpora os canais à meta mensal automaticamente.
| Canal | Receita da CFR / un. | Remuneração bruta dos parceiros | Contribuição da CFR / un. | Equilíbrio em unidades |
|---|
A margem dos parceiros é bruta: não desconta suas despesas, tributos ou fretes. Na cadeia CFR → distribuidor → varejista, o distribuidor revende ao varejista pelo preço de fornecimento acima e o varejista vende pelo preço público. Consignação exige avaliar prazo de recebimento, devoluções, estoque parado e perdas; esses riscos não estão quantificados. As opções usam custos produtivos originais e custo fixo original, sem o cenário anterior. O preço ao consumidor é uma referência de simulação.
Frasco econômico, vidro e balde
precisam de fichas próprias.
O cadastro já contém preços de vidro de 200 ml e balde de 1 L. A embalagem muda o volume vendido, o custo por unidade e o canal comercial. O comparador abaixo faz uma extrapolação linear dos líquidos, para orientar a próxima ficha.
| Apresentação | Recipiente | Ingredientes estimados | Rótulo + lacre | Custo produtivo / un. | Custo / 100 ml |
|---|
Ingredientes escalam na proporção do conteúdo (200/150 ou 1.000/150). O custo do recipiente é o cadastrado. Rótulo e lacre usam R$ 1 como hipótese inicial para todos os formatos. Não inclui novos custos de tampa, vedação, frete, quebra ou manuseio. Perda adicional aumenta somente o custo dos ingredientes. A desidratada permanece na ficha de 14 g e não é convertida para volumes líquidos. R$ 14 é hipótese para o produto econômico, não preço definido para vidro ou balde.
Produzir, vender, registrar.
E recalibrar com o que acontecer.
O estudo oferece uma referência para começar. A próxima versão precisa incorporar a resposta do mercado, o custo entregue dos insumos e o rendimento efetivo dos lotes.
Definir dedicação, atribuições, remuneração e vínculo. Organizar produção e participação pedagógica sem depender dos jovens para garantir a continuidade.
Registrar ingredientes, rendimento, perdas, tempo, gás e energia. Confirmar os 15% de rendimento da desidratação e o volume real dos frascos.
Cotar pimenta, azeite em galões, frascos, vidro e baldes com frete. Comparar preço entregue e prazo de pagamento, com fornecedores identificados.
Experimentar preço público de R$ 14 e fornecimento a R$ 10. Negociar comissões e margens. Apresentar vínculo com a CFR e validar a aceitação do consumidor.
Registrar data, produto, unidades, preço efetivo, canal, comissão e recebimento. Reorganizar metas conforme a demanda de cada produto.
Começar pela referência de 80 kg de pimenta, confrontar cultivo e fornecedores com o calendário e ajustar a folga conforme perdas medidas.
Uma análise que mostra
de onde vêm os números.
Foram examinadas as 34 abas do arquivo, incluindo 27 ocultas. Os dashboards usam os três produtos ativos e as premissas mensais pertinentes à CFR. Modelos antigos e projeções com erros aparecem na auditoria, sem serem apresentados como resultados válidos.
Fórmulas dos dashboards e simuladores
Custo produtivo unitário: soma dos custos dos ingredientes e embalagens por receita ÷ rendimento em unidades. Os três resultados coincidem com Preços!D5, D16 e D27.
Contribuição unitária: preço recebido pela CFR − custo produtivo − comissão − tributos e taxas − despesa comercial adicional. Percentuais incidem sobre o preço recebido pela CFR, exceto a remuneração de consignação, que incide sobre o preço público.
Resultado operacional: soma de contribuição unitária × unidades de cada produto − custo fixo total. Depreciação e manutenção já estão no custo fixo. Não corresponde ao saldo bancário e não inclui investimentos ou serviço de dívida adicional.
Relevância: receita de cada produto ÷ receita total. Rentabilidade operacional: resultado ÷ receita total. MC sobre o preço: contribuição unitária ÷ preço recebido.
Equilíbrio: custo fixo ÷ contribuição média ponderada por unidades. Unidades para a meta de resultado: (custo fixo + resultado desejado) ÷ contribuição média ponderada. Os cálculos exigem contribuição média positiva.
Compras: unidades de venda ÷ rendimento da receita × quantidade do insumo por receita × custo unitário cadastrado. Compras reais precisam respeitar unidades inteiras e pedidos mínimos. O azeite é interpretado em ml, hipótese a confirmar.
Revisão do rateio: o simulador usa apenas os três produtos ativos e desconta o custo fixo integral. O gráfico de rentabilidade da origem é preservado como comparação, com identificação de fonte. Não foram calculados VPL, TIR ou payback, pois as abas financeiras de longo prazo contêm erros e premissas legadas.
Principais diferenças entre a origem e a análise
| Ponto | Origem | Tratamento na página |
|---|---|---|
| Percentual de contribuição | Preços!C13, C24 e C35 usam custo total como denominador. | Contribuição dividida pelo preço, coerente com a barra de composição. |
| Rentabilidade média | Painel!D15 divide por dez linhas e mostra 4,97%. | Média ponderada dos três ativos 16,57%; resultado revisado com fixos integrais 16,56% no cenário de 480 de cada. |
| Rateio dos fixos | Sete produtos vazios recebem participação residual. | Desconto do fixo integral uma vez. Diferença de cerca de R$ 1,08 no resultado-base. |
| Volume mensal | Análise de Metas!D43 usa fatores legados e rótulo de kg. | 1.344,07 unidades teóricas em D32:D34, com arredondamento operacional separado. |
| Azeite | 250 cadastrados como “Litro”, por R$ 24. | Interpretação de 250 ml, sinalizada como hipótese a confirmar. |
| Preços de compras | D56:D60 vinculam preços a itens diferentes dos nomes exibidos. | Recálculo por nome de insumo no cadastro. |
| Compra produtiva | F67 soma apenas F47:F52; faltam itens e o tubete. | Todos os 16 itens rastreados pelas três receitas, inclusive consumos nulos sinalizados. |
| Meta versus equilíbrio | D8 usa rentabilidade após fixos para calcular a meta. | Meta original preservada. Equilíbrio calculado pela contribuição antes dos fixos. |
| Histórico e longo prazo | Há nomes de babaçu, cachaça de manga, datas 2021–2025 e erros em abas ocultas. | Referências legadas descritas na auditoria; não tratadas como evidência de vendas ou investimento da CFR. |
Análise de cada uma das 34 abas da planilha
Esta leitura usa valores salvos no arquivo e inspeção das fórmulas. Os cálculos mensais relevantes foram conferidos independentemente. Contagens abaixo se referem a erros nos valores salvos; fórmulas de trabalho com #REF! em campos ainda vazios também exigem revisão quando esses campos forem ativados.
| Aba | Visibilidade | Leitura e uso |
|---|
Fontes consultadas e limites deste marco zero
1. EVE.PimentaCFR.Aberto.xlsx: cópia recebida, 34 abas. A planilha original permanece preservada. Dados econômicos dos três produtos ativos e fórmulas inspecionadas.
2. Dossiê estratégico e pedagógico do PEP — Casa Familiar Rural de São Félix do Xingu: contexto institucional, proposta de política comercial e aprendizagem.
3. Mandū Inovação Social. Caderno de Apoio à Gestão Financeira — Introdução à Viabilidade Econômica de Negócios Comunitários: capítulo 3, páginas 22–32, consultado para organizar custos, preços e rentabilidade.
4. Briefing de Felipe: profissional responsável, gás provisório, preço de R$ 14 como hipótese, abastecimento de 80 kg de pimenta e desenvolvimento de vidro e balde.
Não há histórico de vendas confirmado, cronograma de capacidade validado, cotação vigente de fornecedores ou política comercial aprovada. Impostos, encargos e despesas comerciais precisam de definição. Resultados positivos indicam viabilidade operacional sob as premissas, sem concluir retorno do investimento ou disponibilidade financeira para distribuição.